Pilha de tarefas ou requisitos

Author: Ricardo Soares - Postado em: 08/05/2008
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A algum tempo participei de um congresso de gestão de projetos, neste tive meu primeiro contato com o que foi chamado de pilha de requisitos. Muitas técnicas de gestão de projetos colocam o método de gestão de requisitos por pilha como ponto chave de controla de execução do projeto e acredito que muitas pessoas utilizam a pilha de requisitos sem mesmo saber disto.

A pilha é geralmente muito similar a lista de tarefas de um projeto, podendo haver variações em que a mesma seja composta não apenas pelas tarefas mas também pelos requisitos do projeto. O método da pilha possui duas variações, a de seqüência e a de importância, a de seqüência segue uma idéia simplificada de tarefas considerando a pilha como uma fila e o primeiro processo a entrar é o primeiro a ser processado e concluído, para este tipo de gestão caso seja identificada nova tarefa enquanto na conclusão de outra esta nova tarefa é incluída no final da fila para ser executada logo após a conclusão das demais tarefas existentes previamente na pilha.

Outro método bastante utilizado de gestão de pilha é o de pilha de requisitos, a pilha é montada de acordo com a prioridade de execução das tarefas. Logo após a conclusão da criação da lista de tarefas do projeto montamos a pilha ordenando as tarefas de acordo com a importância de conclusão do projeto para a mesma. Se o gerente de projetos observa que uma tarefa que esta no final do projeto será de difícil conclusão ele pode reordenar a qualquer momento a posição da mesma na pilha fazendo com que ela seja executada no início ou no meio do projeto.

A grande vantagem do gerenciamento da pilha de requisitos é a idéia de flexibilidade que ela traz para mover as tarefas reordenando a seqüência de conclusão das tarefas, podendo inclusive haver remoção de itens na seqüência de execução. Esta metodologia é reconhecida por alguns como uma abordagem evolutiva e incremental, ou simplesmente evolutiva, para a gestão de projetos, pois da idéia de movimento as tarefas.

Quando passamos a visualizar as tarefas como pilha começamos a observar que a tarefa pode ser repartida em requisitos e/ou funcionalidades e o próprio executor da tarefa passa a visualizar uma “sub” pilha, por assim dizer, de tarefas.













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